Habilitação em PICC

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Habilitação em PICC

  • Assegurar via venosa para administração de medicação;
  • Manter acesso venoso com menor risco de infecção;
  • Padronizar a instalação e manutenção do cateter de inserção periférica.

Conteúdo programático:

– Definição;
– Legislação;
– Benefícios.
– Revisão de Anatomia e Fisiologia da Pele; Terapia Intravenosa.
– Tipos de cateteres e localização da ponta dos Cateteres; Avaliação do Paciente/Escolha do Cateter; Seleção dos locais de Inserção – Adulto/Pediátrico/Neonatal.
– Características do material; Indicações e contra-indicações.
– Técnicas de Inserção
– Revisão de radiografia de tórax direcionada para avaliação da ponta do cateter – Raio-X.
– Complicações relacionadas à passagem do Cateter.
– Sistematização da Assistência de Enfermagem – SAE.
– Boas praticas na passagem do CCIP.
– Controle de qualidade; Aspectos Éticos e Legais.

INTRODUÇÃO:

O cateter venoso central de inserção periférica de longa permanência (PICC) é confeccionado em material macio e flexível (silicone ou poliuretano), indicado para pacientes em uso de terapia intravenosa com drogas vasoativas, nutrição parenteral prolongada, antibioticoterapia e infusões hipertônicas entre outras.

O Conselho Federal de Enfermagem (COFEN), através da resolução 258/2001, reconhece a implantação do PICC, como competência do enfermeiro, desde que, tenha recebido formação, através dos cursos de treinamento e capacitação.

Com a utilização do PICC, o paciente tem menos exposição a múltiplas punções venosas e menor risco de infecção e intercorrência, quando comparado com a inserção de cateteres venosos centrais. Sendo assim deve ser a primeira escolha para pacientes com perspectiva de tratamento endovenoso por período prolongado.

Público Alvo 
  • Enfermeiros

Duração

3 dias

Carga horária 20 horas

Encontros:

Noturno (Terça, Quarta e  Quinta ).

Investimento :

R$ 1200,00 por 550,00

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